Mostrando postagens com marcador surrealismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador surrealismo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A DAMA OVAL - LEONORA CARRINGTON


Coleção Contos Surreais
Autor: Leonora Carrington
Tradução: Roberto Bessa
Brochura em papel
Formato: 21x14cm
80 pags
Tiragem: confeccionado conforme pedido.
R$ 30,00

Escritora, escultora e pintora inglesa, Leonora Carrington nasceu em 6 de abril de 1917 em Chorley, Lancashire, Inglaterra. Passou a infância em uma mansão vitoriana em estilo gótico, mas  logo rejeitou as restrições de uma vida governada por preceptores e babás. “Enfant rebelle,” a indisciplinada Carrington foi enviada a vários colégios religiosos ingleses, entretanto nunca permaneceu muito tempo em nenhum deles. Aos 15 anos, foi mandada a um internato em Florença; na cidade natal de Dante Alighieri; ao descobrir a arte renascentista, resolveu se dedicar à pintura.
Em 1937, conheceu aquele que a introduziu no movimento surrealista: o pintor alemão Max Ernst. Pode-se dizer que seu primeiro contato real com o movimento surrealista foi a contemplação da ilustração da capa do livro “Introdução ao Surrealismo”, de Herbert Head. Ela ficou deveras impressionada com a reprodução do quadro “Duas crianças ameaçadas por um rouxinol”, de Ernst. Mas Leonora só o conheceria pessoalmente durante um jantar oferecido por sua amiga Ursula Goldfinger.

         Durante sua estadia em Paris entra em contato com    o   movimento   surrealista   e  convive   com personagens notáveis como Joan Miró, Pablo Picasso, Salvador Dali, Marcel Duchamp e André Breton que se revelou grande admirador de suas pinturas e de seus escritos (o escritor, anos depois, consagrar-lhe-á um capitulo em sua "Antologia do humor negro" e incluirá nesse livro o conto "A debutante").
          (...)

segunda-feira, 18 de maio de 2015

OUTRA DIMENSÃO OUTRAS POESIAS


Coleção Barril de Poesia
Autor: Roberto Bessa
Brochura em papel
Formato: 21x14cm
102 pags
Tiragem: confeccionado conforme pedido.
R$ 35,00

        “A poesia nunca nos acerta diretamente. Cito outra pérola enquanto acomodo minha orelha: “a verdadeira beleza nunca nos atinge diretamente. E o sol poente é belo por tudo que está nos fazendo perder” Antonin Artaud e seu olhar puro, vítreo. Vejo na poesia um meio de liberar o inconsciente, essa caixinha de infinitos cuja função é armazenar tudo que nossos sentidos captam... Ah, as infinitas possibilidades, o salto da fera quântica, a voz de todos ao mesmo tempo. Viagem ao inesperado, a palma da mão que toca o veludo, o punhal enterrado no olho do tirano... O tirano é um imbecil, todos que aspiram ao poder são estúpidos. Aldo Pellegrini sagrava à inocência o verdadeiro “poder” e a poesia tinha-lhe as portas sempre abertas. Essas mesmas portas eram “hermeticamente” fechadas para os imbecis: burocratas, banqueiros, políticos, governantes, ou seja, os mantenedores da “normalidade”. Poderia, ainda, mencionar dezenas de poetas cujas palavras mudaram minha forma de ver o mundo, entretanto vou voltar algumas décadas e entrar numa livraria do centro onde tudo começou...”

Livro confeccionado de forma totalmente artesanal!